nana

Luiz Carlos Merten / RIO – O Estado de S.Paulo

Depois de dois retratos de artistas – grandes cantoras que extravasam na voz a alma brasileira, Maria Bethânia e Nana Caymmi -, o diretor franco-suíço Georges Gachot acha que pode requerer sua cidadania no País. Ele se sente brasileiro no coração, convertido, ou cooptado, pela música. Gachot exibiu na segunda à noite, no Festival do Rio, seu documentário Rio Sonata, sobre a filha de Dorival Caymmi. Nana, acompanhada do irmão Danilo, estava na plateia, ao lado do ex-marido (e eterno namorado), Gilberto Gil. Beijaram-se no palco, juraram amor eterno, Gil agradecendo o privilégio de ter pertencido a essa família.

Paulo Vitor/AEMúsica e histórias. Nana, a estrela de Rio Sonata, com Gilberto Gil e o diretor Georges Gachot, critica as 'Faixas de Gaza' da cidade pela qual é apaixonada

gaza vive_rio sonata

Rio Sonata dá voz a Nana para que ela cante e conte histórias. Carioca – do Grajaú -, ela se refere em vários momentos às zonas de risco da cidade, as Faixas de Gaza, mas deixa claro que ama a cidade. O Rio é coisa de cinema, anuncia uma das peças publicitárias do festival. Uma vinheta admirável, criada pelo animador Carlos (A Era do Gelo) Saldanha, antecipa o que será o sonhado desenho do cineasta, sobre um papagaio, uma nova versão do Zé Carioca?, para falar das relações entre EUA e Brasil. A vinheta é uma pequena (pela duração) obra de arte.


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